Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007

Entrevista a Norberto Carrelo, artesão

 
           No dia 12 de Novembro, dirigimo-nos a casa do Senhor Norberto Carrelo, artesão reconhecido pelo seu talento em Vila Praia de Âncora, afim de o entrevistar tal como estava combinado.
          Norberto Carrelo nasceu a 7 de Fevereiro de 1935 em Vila Praia de Âncora. Nem sempre viveu cá, passou 35 anos da sua vida em Lisboa. Entre os 12 e os 15 anos cumpriu serviço militar na Índia. Regressou a casa aos 24 anos. As dificuldades da vida sempre o acompanharam. Devido a uma cirurgia ao estômago teve de abandonar a construção civil, o que o levou a embarcar na marinha mercante. Por lá esteve 16 anos com mulher e filhos. Depois desta experiência foi 14 anos para a pesca do bacalhau. A sua actual casa foi construída aos poucos por ele durante 9 anos. Reside em Vila Praia de Âncora à 21 anos.
          Desde há muito tempo que sentiu gosto pelo artesanato, já o seu pai era artesão. Este, só com um braço fazia Cristos. Constrói barcos desde miúdo, estatuetas e imagens em madeira.
        Não teve qualquer espécie de apoios “Se eu não me apoiasse a mim caía para o lado”. Para ele Vila Praia de Âncora não tem espaços culturais suficientes. Contudo há determinados lugares que estão ao abandono e poderiam ser ocupados como espaços culturais. Como diz “Vila Praia de Âncora precisa de uma escola de artesanato, para fomentar nos jovens o gosto pela arte”, pois “tudo se aprende a fazer e tudo se faz”.
       É participante activo de exposições, inclusive em Setembro passado participou numa grande feira de artesanato em Famalicão e também na “Arte na rua” decorrida na vila. Costuma, similarmente, ir para Espanha e iria lá nos próximos dias, todavia “um sujeito do Porto que levou quase 3000€ de barcos”, mas refere que só participa nas exposições se houver apoios.
          Em suma, só uma parte da população é que sabe apreciar a arte, e é preciso fomentar o gosto por ela.
Agradecemos a atenção dispensada e desejamos a continuação de um excelente trabalho!
Publicado por apvpancora às 23:16

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Sexta-feira, 16 de Novembro de 2007

Reunião com o Presidente do Etnográfico, Senhor José Meira

         

          No passado dia 10 de Novembro, dois elementos do grupo foram ter uma conversa animada com o Senhor Presidente do Etnográfico de Vila Praia de Âncora.

           O Etnográfico foi fundado em 21 de Março de 1976, por José Meira. Aquando uma disputa dentro do Orfeão de Vila Praia de Âncora, o grupo de dança separou-se e fundou esta nova colectividade. Neste momento o Orfeão e o Etnográfico têm uma relação bastante saudável.

           Tem como objectivos principais, a divulgação da etnografia do Vale do Âncora, ou seja, as danças, os trajes, os costumes, e os cantares. È uma organização sem fins lucrativos, que tem desde 1989 o título de  organização de utilidade pública, quando Aníbal Cavaco Silva estava no governo. Este título garante um grande prestígio, pois são poucos os grupos etnográficos que o têm.

         Nos seus espectáculos fazem apresentações de danças, cantares e trajes, participam em casamentos, e mantêm a tradição de cantar as Janeiras.

    Sustentam-se a nível financeiro através da de espectáculos renumerados, do subsídio camarário, e com o dinheiro que arrecadam das Janeiras.

        apresentaram espectáculos em todos os distritos de Portugal, como também no estrangeiro, é o caso da Espanha, França, Bélgica, Holanda, Alemanha, Itália, Suiça, Áustria, Hungria, Jugoslávia e Andorra. Até a data contabilizam-se mais de 2000 actuações.

        De um modo geral na época da Páscoa realizam uma digressão para um qualquer país da Europa.

Participaram no 1º Festival Folclórico da Europa Comunitária, em 1989. é de mencionar que esta foi a única edição deste espectáculo, e o seu encerramento ocorreu eu Vila Praia de Âncora, e foi transmitido para todo o país pela RTP.

        Ensaiam de Novembro a Maio. Durante estas semanas reúnem-se à terça, os mais novos, e à sexta decorre o ensaio geral.

        Este grupo é dirigido por uma direcção que é eleita no fim de Outubro, ou início de Novembro de cada ano. Para presidente podem concorrer todos os sócios. Uma característica engraçada deste grupo é que as pessoas que entram, só passam a sócios um ano depois da entrada no grupo, e se a Assembleia Geral aprovar a candidatura.

      Não tem sede própria, alugando um espaço ao Centro Cívico de Vila Praia de Âncora. Têm direito a uma sala para as reuniões da direcção, uma sala de convívio e uma sala de ensaios.

 

         O que o motiva a colaborar nesta associação?

         Eu já estou nesta associação desde os 4 anos, posso dizer, que fui um dos fundadores. Por isso, e ao fim de 30 anos, tenho um imenso gosto de participar neste maravilhoso grupo. E quando olho para trás faço um balanço muito positivo, com muitas amizades e momentos bem passados.

         Acha que a etnografia tem uma boa impressão na sociedade?

        De um modo geral sim, contudo é um pouco vista como os “parolinhos”, é como se fosse um parente pobre da cultura. As pessoas, como é natural, não dão muito valor ao que é seu.

        Qual é a zona mais rica a nível de etnografia?

        Sem dúvida que é a nossa zona, o Minho. As outras zonas são bastante pobres nesta área, claro que tem sempre algumas tradições, mas não estão tão conservadas como as nossas.

        Vila Praia de Âncora tem espaços culturais suficientes?

        Não. Sem dúvida, que temos uma grande falha a nível de edifícios de apoio à cultura. Falta uma sala de espectáculos, um teatro e um cinema. Sempre que queremos fazer um espectáculo na Vila temos de o realizar ao ar livre. Sem ser que temos de nos sujeitar às condições climatéricas, não podemos nunca fazer um espectáculo com bilhetes, visto que é muito polémico aqui na Vila, fechar zonas, para se fazer um espectáculo pago.

        Acha que as pessoas sentem orgulho nas nossas tradições?

       De certa forma sim. Contudo quando se tenta nas festas por as pessoas a vestirem um lenço regional, ou até mesmo uma camisa, as pessoas não aderem. A etnografia está muito estigmatizada pela nossa sociedade.

 

 

       Um muito obrigado ao presidente do Etnográfico, o senhor José Meira!

Publicado por apvpancora às 19:12

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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2007

Reunião com o Presidente da Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora, o Doutor Manuel Marques

         No passado dia 31 de Outubro, dois dos elementos do grupo, João e Renata, deslocaram-se à Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora, para se reunirem com o Presidente, o Doutor Manuel Marques.
     A reunião decorreu numa das salas do edifico da Junta, tendo a seguinte ordem de ideias:
·        Apresentação de alguns livros sobre Vila Praia de Âncora;
·        Discussão acerca dos pontos fortes da Vila;
·        Enunciação de algumas das associações, bem como dos seus resultados a nível local e nacional;
·        Esclarecimento acerca de vários projectos que irão requalificar a Vila, em vários sectores;
·        Revisão dos inquéritos que serão posteriormente entregues à comunidade ancorense.
 
     Da conversa que tivemos, vamos agora esclarecer todos os pormenores que são relevantes para o nosso projecto.
          A pesca é sem dúvida um dos grandes embaixadores turísticos de Vila Praia de Âncora. Mesmo que até sejam poucos os pescadores que neste momento exerçam aqui essa profissão, desde longa data que se considera a Vila como uma Vila piscatória.
Assim, a pesca está intimamente ligada à restauração, pois os pratos mais conhecidos e que mais turistas atraem, são confeccionados com peixe fresco pescado no nosso mar.
Podemos dizer que sem a actividade piscatória, o turismo sofreria uma enorme quebra, visto, e como já foi dito anteriormente, o peixe fresco atrair muitos turistas que se deslocam a esta Vila porque apreciam a qualidade do nosso pescado.
Também não podemos deixar de lado a praia, conhecida como a praia das crianças, também um grande atractivo. Contudo não nos podemos ficar pelo aproveitamento da época balnear. Há que divulgar outras potencialidades que de facto temos como o Rio, o Monte e os Monumentos. Não podemos orientar o nosso turismo apenas numa direcção. Há que diversificar. Há que potencializar todo o nosso património.
Por isso, não podemos descartar o turismo cultural, como o Dólmen da Barrosa, o Monte do Calvário, as Igrejas e Capelas, os Cruzeiros, os Fontanários e as fontes. Como é observável muitos destes monumentos não estão dignificados como deveriam estar, é o caso do Dólmen da Barrosa.
Não podemos deixar de mencionar as dinâmicas associações que a Vila dispõe para os seus habitantes, e que são tão boas prestações e resultados tem dado, tanto a nível local como a nível nacional. É o caso do Orfeão que há imensos anos tem divulgado tanto o teatro, como a poesia e o canto; os Bombeiros; o Clube caça e Pesca; o Clube Columbófilo; o Etnográfico, entre outros.
Discutimos alguns dos projectos que já foram e outros que possivelmente poderão vir a ser aprovados para melhorar Vila Praia de Âncora. É o caso da restauração do edifício da Sociedade, da Praça da República, a construção de um polidesportivo, na Avenida Doutor Ramos Pereira, um parque de estacionamento na zona da Lagarteira, o encerramento ao trânsito de algumas ruas, “entregando-as” aos peões.
Desde já agradecemos a disponibilidade do Doutor Manuel Marques como também à forma como nos atendeu e como nos assegurou todo o apoio da Junta de Freguesia.
 
Muito obrigado por parte de todo o grupo.
Publicado por apvpancora às 18:03

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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2007

Conversa com o Jogador Internacional Ibraim Silva

          
          N
o passado dia 9 de Novembro, dois elementos do grupo foram ter uma conversa animada, com o Jogador de Futebol Internacional Ibraim Verde da Silva.

         Natural de Vila Praia de Âncora, começou a dar os primeiros passos na carreira de futebolista no clube local, Âncora Praia Futebol Clube, entre 1969 e 1970. Foi nesta época que se tornou internacional no escalão júnior. Este foi o primeiro ancorense a representar a equipa das quinas.

          Entre 1970 e 1974 jogou no Vitória de Guimarães. Passando depois para o Benfica, na temporada de 1974/1975. Depois disso, jogou 6 anos nos Estados Unidos da América, no Rochester Lancers, altura em que o futebol começava a singrar nesse país.
     Periodicamente jogou no
Varzim, no Vianense e também no Académica de Coimbra.

         Teve de deixar o futebol por causa de uma lesão, saiu cedo, porque não queria ser assobiado quando a sua prestação já não fosse tão boa.
          Passou do Futebol à restauração. Neste momento é dono de um Restaurante, “A Tasquinha”, situado na Rua dos Pescadores em Vila Praia de Âncora, funcionando há 11 anos e meio. Serve essencialmente peixe fresco.

        Acha que Vila Praia de Âncora tem estruturas suficientes para apoiar a pratica desportiva?

         Estruturas tem, temos dois campos de futebol, contudo temos uma má organização. A nossa vila tem o dever de ter uma equipa a jogar na liga regional, coisa que neste momento não acontece.

             O que acha fundamental mudar então?

      Sem dúvida que será a organização. Pondo nova gente lá, mais trabalho, mais prazer na actividade. Sem dúvida que se precisa de sentir prazer para se ser um bom desportista. Quando era jogador, havia uma grande união, fazíamos estágios, convivíamos, e éramos todos amigos. Trabalhávamos e tínhamos prazer em jogar. È isso que é fundamental nos dias de hoje.

          Porque é que passou de futebolista a dono de Restaurante?

      Achei que não fosse má ideia abrir um restaurante, é uma coisa que gosto, e que tenho prazer. Sem isso era impossível abrir um.

       Acha que se aposta o suficiente na restauração em Vila Praia de Âncora?

       Sim, sem dúvida. Vila Praia de Âncora tem uma óptima restauração.

        Quais são os meses que mais movimento tem?

       Na época de veraneio, mas sobretudo em Agosto.

         Serve pratos típicos de Vila Praia de Âncora?

      Sirvo somente peixe fresco. Aderi ao dia gastronómico do Concelho de Caminha, que se realiza no dia 23 ou 24 de Março, e somente nesse dia sirvo também Caldeira à Tio Feito.

      Agora, gostaríamos que desse a sua opinião acerca de Vila Praia de Âncora.

     Para mim, Vila Praia de Âncora é a Terra mais Bonita. Tem rio, mar, praia, montanha… Contudo o rio continua poluído, sendo extremamente necessário limpa-lo, isto iria valorizar muito a praia, já que é a única condição que não respeitamos para ter bandeira Azul.

     È uma vila muito bem localizada, visto que à relativamente pouco tempo, conseguimos a ligação da auto-estrada 28.
   Tem contudo muitos problemas de estacionamento, sendo necessário construir parques na zona da Lagarteira e na zona do Mercado.

 

  O grupo gostaria de agradecer a disponibilidade do Senhor Ibraim, bem como a colaboração que deu para a realização do nosso projecto.

            Um muito obrigado!

Publicado por apvpancora às 18:14

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Quarta-feira, 7 de Novembro de 2007

Reunião com Doutor Manuel Marques

Reunião com o Presidente da Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora, Doutor Manuel Marques
 
 
 
            No passado dia 31 de Outubro, dois dos elementos do grupo, o João e a Renata, deslocaram-se à Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora, para se reunirem com o Presidente, Doutor Manuel Marques.
            A reunião decorreu numa das salas do edifício da Junta de freguesia de Vila Praia de Âncora. E teve a seguinte ordem de ideias:
  • Apresentação de alguns livros sobre Vila Praia de Âncora;
  • Discussão acerca dos pontos fortes da vila;
  • Enunciação de algumas das associações, bem como dos seus resultados a nível nacional;
  • Esclarecimento acerca de vários projectos que irão requalificar a vila, em vários sectores;
  • Revisão dos inquéritos que serão posteriormente entregues à comunidade ancorense.

           Da conversa que tivemos vamos num próximo post esclarecer todos os pormenores que são relevantes para o nosso projecto. Visto que para podermos publicar na Internet toda a conversa que tivemos, o grupo de trabalho acha que será mais ético mostrar previamente ao Doutor Manuel Marques, para assim ele ter total conhecimento do que vai ser publicado no nosso blogue.

      Desde já agradecemos a disponibilidade do Doutor Manuel Marques, como também à forma como nos atendeu, e como nos assegurou todo o apoio da junta de freguesia. Um muito obrigado por parte de todo o grupo.

Publicado por apvpancora às 22:10

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Sexta-feira, 2 de Novembro de 2007

Conversa com o escritor Carlos Vaz

        Na passada quarta-feira, 31 de Outubro, reunimo-nos com um autor contemporâneo, residente em Vila Praia de Âncora, Carlos Rodrigo da Silva Vaz, para uma pequena (e grande) troca de palavras. Nascido a 21 de Junho de 1970, licenciado em Filosofia e Humanidades e mestrado em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea, actualmente lecciona aulas na nossa escola, Ancorensis Cooperativa de Ensino. Escreveu uma trilogia de experiência: A Casa de Al’isse, Seres de Rã e Capricho 43, um livro de poesia Laivo e um ensaio premiado pela crítica Diários de um Real-Não-Existente. 
     
      Iniciou a carreira literária desde muito cedo, por volta dos 16 anos, idade em que fazia pequenos livrinhos de poesia manufacturados e posteriormente os oferecia aos amigos. Como escritor irá concretizar dez anos de carreira literária em Junho de 2008. É vencedor de três prémios literários de bastante importância: o primeiro foi um dos autores de Braga, seguindo-se o prémio literário António Paulouro, um dos mais importantes a nível de literatura, e o maior de todos, o Prémio Vergílio Ferreira. Segundo o autor, o melhor reconhecimento que pode ter são os seus leitores, uma comunidade a nível nacional que está a aumentar de dia para dia. «Esses para mim são o melhor prémio que tenho
       Pondera que em Vila Praia de Âncora as pessoas reconhecem o seu trabalho através de jornais locais e nacionais e/ou através do seu blog ou site pessoal. Mas discorda face à sensibilidade para apreciar as suas obras, pois «esteticamente é preciso educar essas pessoas, a começar desde o alto, basta ver pela construção/arquitectura, não há realmente gosto estético, até ao gosto de visitar galerias e visitar arte, não há esse hábito. Isso educa-se. Agora, há um grupo de pessoas que a nível de arte tem-se evidenciado potenciais artistas futuros, penso que VPA está de parabéns por isso, está a mudar um bocadito aí, nos jovens artistas». Como solução para poder das às pessoas novas oportunidades para criar um gosto pela arte, o autor enumera um maior envolvimento das escolas excedendo o limite da divulgação para se educar o gosto artístico, e para isso desenvolver o hábito de ir a galerias, cinema, exposições e hábitos de leitura. Referiu o filósofo Kant que dizia que «a estética é uma coisa que se educa, o gosto pelo bom e pelo belo educa-se».
      Carlos Vaz expõe claramente o seu desagrado em relação ao défice de espaços culturais e artísticos da vila, pois a cultura não é só a cultura popular, que também se deve promover, mas que do seu ponto de vista já está demasiado fomentada. E «a cultura artística é que não tem sido promovida. Nos últimos anos tem havido umas alterações com a “Feira do Livro”, e com a “Arte na Rua”, e algumas coisas que se tem feito no centro cívico. Mas ainda é insuficiente, porque VPA tem 5000 habitantes.».
      Agradecemos os breves instantes da conversa agradável com o autor e felicitamos a continuação do bom trabalho que tem desenvolvido.
 
Para saber mais sobre o autor poderá visitar a sua página pessoal e o seu blog:
http://www.carlosvaz.pt/
http://carlosvaz.blogspot.com/
Publicado por apvpancora às 23:56

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